Conhecer e ser agente de dinâmicas novas, para uma posterior participação activa, pressupõe uma dimensão em que a informação, a motivação, as competências e a sensibilidade são desenvolvidas.
Conhecer conteúdos, usar meios afectivos-cognitivos-psicomotores e potenciar a aprendizagens na acção é, pois, exercício decisivo para o cidadão e sua comunidade.
A sensibilização tem como objectivo consciencializar o cidadão da sua importância como actor social e interveniente activo no Sistema de Protecção Civil.
Assim, é responsabilidade do Estado a promoção das medidas de autoprotecção, mas é dever do cidadão ter um papel interveniente na sociedade, promovendo uma cultura de segurança, convertendo-se no primeiro agente de protecção civil.
A sua actuação pode efectivar-se em vários cenários, como no lar, na escola, no local de trabalho e na comunidade ou no bairro onde vive.
Número de Emergência 112
De acordo com a Autoridade Nacional de Protecção Civil, em qualquer caso de emergência, de Norte a Sul do País, o número 112 pode ser ligado através dos telefones das redes fixa e móvel. A chamada é gratuita e é atendida de imediato pelos centros de emergência que accionam os sistemas médico, policial e de incêndio, consoante a situação verificada.
Como utilizar:
O Número de Emergência 112 deve ser utilizado nos seguintes casos:
Acidente de viação: todos os casos relacionados com veículos, quer se refiram a peões atropelados, quer a indivíduos transportados nas viaturas sinistradas.
Acidentes no trabalho: os variados casos de sinistro individual ou colectivo ocorridos nos locais de trabalho (fábricas, oficinas, obras, escritórios, armazéns, etc.).
Acidentes no desporto: os sinistrados resultantes da prática das diversas actividades desportivas, tanto de competição como de recreio.
Quedas: quando as suas consequências exijam transporte em ambulância.
Doença súbita: os casos dos indivíduos acometidos de doença que aparente exigir intervenção hospitalar (dor no peito, falta de ar, perda de conhecimento e outras situações de perigo de vida).
Agressão: os casos de indivíduos feridos por agressão que exijam tratamento hospitalar.
Intoxicações: os casos de envenenamento, acidental ou não, fugas de gás, etc.
Afogamento: todos os casos em que o acidente resultou de submersão.
Alcoolismo: todos os casos em que, por virtude de intoxicação alcoólica aguda, esteja em perigo a vida do indivíduo.
Partos súbitos: os casos de parto iminente.
As Centrais de Emergência activam os meios de socorro adequados de acordo com a sua informação.
Antes de ligar 112, informe-se sobre os pormenores que a Central tem necessidade de conhecer:
ONDE - O local exacto da ocorrência: rua, n.º da porta, estrada (sentido ascendente ou descendente), pontos de referência.
O QUÊ - Tipo de ocorrência: acidente, parto, doença súbita, intoxicação, etc..
QUEM - Vítima/doente, número de vítimas, queixas.
Em caso de acidente, tente saber e comunique:
Tipo de acidente - Atropelamento, acidente de viação – moto, ligeiro, pesado – queda, etc.).
Quem? - Número de vítimas, estado das vítimas – consciente, inconsciente, hemorragias, etc..
Complicações - En carcerado num carro, etc..
Riscos associados - Incêndio, derramamento de substâncias perigosas, etc..
Em caso de parto, tente saber e comunique:
Tempo de gravidez
Se está ou não com contracções (de quantos em quantos minutos)
Se teve algum problema durante a gravidez
Quantos filhos teve?
Em caso de doença súbita, tente saber e comunique:
Queixa principal.
Há quanto tempo se iniciou.
É a primeira vez?
Doenças conhecidas.
A sua colaboração é fundamental sempre que se encontre em risco a vida humana.
Preste atenção às perguntas efectuadas, responda com calma e siga as instruções indicadas.
A eficácia do socorro depende da sua colaboração.
Fonte: Autoridade Nacional de Protecção Civil
A Prevenção começa com a Informação
A ANPC editou a Colecção Prevenção e Protecção composta por 21 folhetos dirigidos ao público em geral (14 temas) e às crianças e jovens (7 temas) visando o conhecimento e adopção de medidas de prevenção e autoprotecção face a um conjunto diferente de riscos.
No quadro das suas atribuições e num esforço de articulação de acções, o INAG e a ANPC editaram um folheto temático sobre as “Arribas” visando a minimização do risco associado às actividades humanas junto destas formas geológicas de encontro entre a Terra e o Mar.
Nota: Para visualizar estes documentos, necessita do Adobe Acrobat Reader. Se ainda não o tem, faça o download, clicando na imagem.
Apresentam-se, de seguida, os respectivos ficheiros:
Conhecer e ser agente de dinâmicas novas, para uma posterior participação activa, pressupõe uma dimensão em que a informação, a motivação, as competências e a sensibilidade são desenvolvidas.
Conhecer conteúdos, usar meios afectivos-cognitivos-psicomotores e potenciar a aprendizagens na acção é, pois, exercício decisivo para o cidadão e sua comunidade.
A sensibilização tem como objectivo consciencializar o cidadão da sua importância como actor social e interveniente activo no Sistema de Protecção Civil.
Assim, é responsabilidade do Estado a promoção das medidas de autoprotecção, mas é dever do cidadão ter um papel interveniente na sociedade, promovendo uma cultura de segurança, convertendo-se no primeiro agente de protecção civil.
A sua actuação pode efectivar-se em vários cenários, como no lar, na escola, no local de trabalho e na comunidade ou no bairro onde vive.
Aqui poderá consultar, efectuar o download dos ficheiros ou simplesmentes imprimir os planos de emergência - a prevenção começa com a informação.
Nota: Para visualizar estes documentos, necessita do Adobe Acrobat Reader. Se ainda não o tem, faça o download, clicando na imagem.
O novo vírus da Gripe A-H1N1, que apareceu recentemente, é um novo subtipo de vírus que afecta os seres humanos.
Este novo subtipo contém genes das variantes humana, aviária e suína do vírus da Gripe e apresenta uma combinação nunca antes observada em todo o Mundo. Em contraste com o vírus típico da gripe suína, este novo vírus da Gripe A-H1N1 é transmissível entre os seres humanos.
O modo de transmissão do novo vírus da Gripe A-H1N1 é idêntico ao da Gripe Sazonal.
O vírus transmite-se de pessoa para pessoa através de gotículas libertadas quando uma pessoa fala, tosse ou espirra.
Os contactos mais próximos (a menos de 1 metro) com uma pessoa infectada podem representar, por isso, uma situação de risco. O contágio pode também verificar-se indirectamente quando há contacto com gotículas ou outras secreções do nariz e da garganta de uma pessoa infectada - por exemplo, através do contacto com maçanetas das portas, superfícies de utilização pública, etc.
Os estudos demonstram que o vírus da gripe pode sobreviver durante várias horas nas superfícies e, por isso, é importante mantê-las limpas, utilizando os produtos domésticos habituais de limpeza e desinfecção.
Veja os seguintes vídeos da responsabilidade da Direcção Geral de Saúde: